Luz nunca é D+


Esta página é destinada a publicação de ensaios fotográficos de colaboradores de todo o mundo. Envie-nos a proposta para favelaemfoco@gmail.com

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NO LUZ NUNCA É D+ de hoje,
confiram a galeria de imagens de Adriana Medeiros
e seu profundo ensaio, INCORPOS

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Quem é Adriana Medeiros sem câmera fotográfica?

Adriana Medeiros usa muito pouco a câmera fotográfica e às vezes até esquece q tá com ela. Precisei fotografar muito sem câmera, conversar muito, observar muito e errar muito para entender os benefícios, vícios e arte q a técnica pode proporcionar. Um deles, que começo a superar é estar atrás de uma câmera, é uma exposição e um esconderijo, uma proteção cínica, que nos separa d tudo, mesmo nos sentindo dentro da história, participando d tudo ativamente, com o poder de mostrar, denunciar, rotular. Não quero mais isso. Quero me sentir um corpo ocupando um espaço novamente. Lembro sempre de uma foto da Claudia Andujar d um ianomâmi ao seu lado. Não era um retrato de perfil, ele realmente estava simplesmente ao seu lado, como se ela estivesse entre outros índios numa roda. Isso me tocou muito. Foi o angulo mais simples e mais surpreendente que vi.

De que maneira essa Adriana Medeiros descrita, contribuiu para seus trabalhos autorais?

Em mim funciona assim: a ética, que não deve diferenciar o pessoal do coletivo, nem a teoria da prática; o autoconhecimento e afirmação do mesmo e o amor pelas pessoas e pelo o que faz. Esses caminhos se encontram num só ponto que constituem a Adriana Medeiros com ou sem máquina e o quanto mais plena e inteira, mais livre, feliz e aberta para decidir o foco, a aproximação, os limites, o momento, a luz e a sombra. Aposto no envolvimento sempre, assumo minha presença e dou espaço e voz ao assunto ou pessoa fotografada. Não tem fórmula, é só honestidade, paciência e amor. Funciona em tudo na vida, por que não funcionaria na fotografia?

O que te levou a realizar o trabalho INcorpos?

O começo é sempre um encantamento. Uma irrecusável identificação, que, claro, se referia ao meu ser mulher desconhecido e minhas opções pela justiça e pela transformação. No começo não tinha corpo. Sequer encontrei imagens que pudessem me acolher. Fui acolhida pela saúde, por seus profissionais e depois pelas famílias, todos muito generosos comigo. Então os caminhos foram se apresentando e as idealizações foram tomando formas, cores e espaços. Em um primeiro momento, buscava o feminino e encontrei vários, inclusive em mim; já num segundo momento percebi outros sujeitos ligados a esses femininos de muitas formas, percebi a cultura e as condições sociais no mais privado momentos de dor e prazer. Esse trabalho teve muitos nomes ao longo do tempo e cheguei ao INcorpos por ser o nome que mais dinamizou todas essas experiências de interno e externo, individual e social, pessoal e político, invisível e visível.

Conte pra nós alguma situação nesses 10 anos de documentação que tenha marcado/emocionado?

 

Oh, são muitas! juro que nunca vi um nascimento que não me emocionasse e me marcasse. É um reboliço só antes, um grande desafio durante e um apaixonamento depois. Recomendo. Vi mulheres se tornarem crianças, mães se tornarem filhas, homens tentarem ser mulheres, casais se separarem ou se reconciliarem, crianças crescerem, aprendi muito sobre a vida, sei hoje que um filho nunca morre para uma mãe, sei a diferença entre uma morte justa e uma vida roubada. Sei o que tudo isso representa para um país. Para a história. Aprendi a respeitar o tempo e as diferenças, em nome da vida. Tudo é menor que a vida.

 

De onde vem a inspiração para continuar fotografando?

 

De onde vem a conspiração de parar de fotografar? Nós vivemos um mundo que alimenta o desencantamento, desencoraja a experiência, deprecia os sentimentos, seja de alegria, idealismo ou dor, um mundo que investe no controle e no medo. E o que é pior: somos levados a acreditar que vivemos nesse mundo! Que esse assim é o mundo! Então nos vemos impotentes, insatisfeitos e sem saída. Já me senti assim muitas vezes, mas passou e voltou e passou de novo. O que chamam de utopia é o que não vemos, mas isso não quer dizer que não exista e seja impossível. Existe, é possível, é simples e está próximo. Só que está se construindo silenciosamente, sem nenhuma luz especular, no dia a dia, baseado em valores outros, relações outras q se divulga. Acredite, eu acho a realidade tão surpreendente e mágica que seria incapaz de criar uma ficção tão impressionante! A imaginação vem da realidade. Agora, não basta fotografar um assunto para que ele tenha visibilidade. Temos que lidar com a percepção, com os estereótipos e os espaços e o “como’’mostrar. Aí vem o maior desafio. Mostrar, expor, fazer ser visto. E esses muros aos quais me referi está em nós, em nossas redes, em nossa vida. Esse assunto que hoje exponho, eu nunca tinha visto e quando comecei a ver e tentei mostrar, não encontrei quem quisesse ver. Diziam que não queriam ver sangue, que não tinham coragem, que achavam horrível. Eram amigos, mulheres, curadores. Pessoas como eu, como você, seja lá quem esteja lendo isso tudo!

 

 

 

Você sugere algum filme, livro, foto, pintura, receita ou texto para contribuir com os leitores do Favela em Foco? Por que a escolha?

 

Gosto muito de literatura, em especial utilizo leituras que me deslocam do óbvio, que viajam pelos sentidos e sentimentos e pelas culturas locais… Machado de Assis, Cruz e Souza, Aluísio Azevedo, Lima Barreto, Guimarães Rosa, Garcia Márquez, Saramago, Rilke, Paulo Leminsky, Alice Ruiz, Raquel de Queiroz, Virginia Woof, Sylvia Orthof, Clarisse, de natureza Lispector. A gente tem fases em que descobre autores, esses fazem parte de muitos momentos de minha vida. Pinturas, também amo tanto quanto conhecer a história de seus pintores, já amei Picasso, Caravaggio, Van Gogh, Edward Hopper, Frida Khalo; Todos em algum momento acreditaram mais em suas paixões do que no reconhecimento, todos encontraram caminhos únicos e são muito fortes, geram silêncio e tempo, emocionam. Filmes também adoro, em especial de Akira Kurosawa e Abbas Kiarostami. Também música, teatro, os pais de todas as artes onde aprendemos tudo, de onde tudo vem.

Confira a galeria de imagens

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No LUZ NUNCA É D+ de hoje,
Confiram a galeria de imagens, por Pablo Vergara

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É difícil falar da própria fotografia e como ela se constrói, mais vamos lá. Minha fotografia como um todo, nasceu da mistura latina, caboco e indígena. No Chile, país onde nasci a discriminação social, étnica e econômica e pra quem tem traço indígena neste caso traço Mapuche. Tive uma criação renegada, pois sempre tive tudo para me dar bem, mais sabia que tinha um mundo mais além, filho de exilados e torturados políticos pela ditadura militar no Chile, entendi desde muito cedo qual seria meu caminho.

Meus pais “humanistas” deram plena liberdade em meu crescimento, a rua sempre foi meu berço.  Vendo as desigualdades a minha volta, cresce comigo a cercania pela gente reprimida e explorada no Chile. Nunca fechei os olhos pra ela, pois enxergava o carinho e amor proletariado em cada canto de Santiago. Desde criança as portas se abriam pra mim e esse povo que sempre me ajudou na rua, parecia entender meu carinho e eu o deles.

Minha fotografia então nasce a muito tempo, mesmo sem saber aonde chegaria a isso. O caminhar me fez chegar na CAP (Colônia de Agricultores de Paramillo) na Argentina, um local de imigrantes bolivianos que organizaram uma cooperativa de trabalho, ainda não fotografando mais articulando vários movimentos compreendi assim no Brasil que tinha que retratar fotograficamente meu olhar. No Brasil morei na Favela Júlio Otoni, onde carregando material fiz meu espaço, logo após surgiram trabalhos na favela do Coqueiro em Campo Grande. Apesar da minha cercania, jamais consegui avaliar a frieza com que matavam tanta gente, pessoalmente gente que fazia parte de meu círculo. Demitido comprei meu primeiro equipamento fotográfico com a indenização, sai de lá e cheguei na zona portuária. Desde então, minha câmera se tornou minha companheira, e a fotografia me fez sentir emoções detrás das lentes que nunca imaginei que sentiria.

Confiram mais imagens aqui

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No LUZ NUNCA É D+ de hoje, confiram o trabalho  “CAOS SUBTERRÂNEO”
feito pelo fotógrafo Daniel Carvalho, desenvolvido nas estação de Metrô do Rio de Janeiro.

O MetrôRio não se reinventa, não trata seus clientes com o devido respeito e ao mesmo tempo assumirá neste mês de abril (2013) a passagem a R$3,50. Se já era a passagem mais cara do Brasil, imagine agora? Sem Falar da Superlotação de seus vagões, aparentemente sem solução com uma linha que atua em formato de tripa, nada articulado.

 

FOTO: Daniel Carvalho - Estação São Cristovão

FOTO: Daniel Carvalho – Estação São Cristovão

Decidi fotografar um transporte público, por alguns motivos, pela privatização do mesmo, pelo preço abusivo das passagens e principalmente pelas pessoas que utilizam os transportes públicos na hora do rush, e acham “normal” todos esses fatores, incluindo a superlotação, e a falta de respeito do mesmo com os seus passageiros.

FOTO: Daniel Carvalho

FOTO: Daniel Carvalho

O metrôrio é o metrô mais caro do Brasil. E o que chama mais atenção são suas duas linhas, onde na verdade a linha 2 é a extensão da linha 1, e a linha 4 a mesma coisa, porém em direção diferente. O que só vai causar mais transtorno e mais superlotação quando ficar pronta. Metrôs eficientes de grandes capitais, geralmente são feitas linhas em sistema de rede para dar conta da quantidade de passageiros em média por dia.

FOTO: Daniel Carvalho

FOTO: Daniel Carvalho

A partir destes fatos, que não são poucos, surgiu a minha idéia de fotografar o metrôrio, que apesar de ser um transporte público, ele é uma empresa privada. Primeiramente pensei em documentar pessoas que utilizassem o metrô com frequência, idosos, gestantes e deficientes. Conheci um deficiente, Orlando, que trabalhava a noite no centro, e tinha que pegar o metrô mais cedo, e ficar esperando um pouco na estação Carioca, por que era impossível ele entrar em um vagão superlotado. Ele topou que eu fizesse algumas fotografias dele, porém decidi não o expor a uma crítica que era minha. Poderia ser de mais pessoas, mas quem estava mostrando era somente eu, e abandonei a ideia de ter um personagem, e comecei a fotografar tudo que eu achava no mínimo curioso, como por exemplo, seguranças empurrando com toda a sua força as pessoas para dentro do vagão para a porta ser fechada.

FOTO: Daniel Carvalho

FOTO: Daniel Carvalho

Comecei a desenvolver meu projeto e tive problemas porque fui informado de que era proibido dentro do Metrôrio. Sempre me questionei, se algum lugar seria proibido de ser fotografado,  talvez por ter algo de errado ali. Ao longo do meu projeto tive certeza que sim, e lógico, esse motivo não iria me fazer desistir. Descobri  que não só o metrôrio tinham fatos a serem questionados, como também os passageiros, principalmente os que utilizavam a linha 1 com frequência.

Tive experiências ruins na parte da manhã, por questões físicas principalmente, e por questões de respeito ao próximo. As pessoas quando acordam, principalmente para ir trabalhar, não possuem um bom humor para serem fotografadas em  meio a superlotação do. Mudei a estratégia e comecei a fotografar no fim da tarde, onde o CAOS SUBTERRÂNEO era o mesmo, porém, com as pessoas mais relaxadas e cansadas de um longo dia de trabalho. Muitas vezes ouvi brincadeiras e piadas das pessoas “mal educadas” citadas acima, que com certeza ajudaram no meu trabalho por que me deixavam até mais a vontade para fotografá-las.

FOTO: Daniel Carvalho

FOTO: Daniel Carvalho

O metrô é como uma bomba relógio, que começa a contar (na linha 2) na estação de Botafogo, e explode na Central, onde são 15 segundos para saírem 80% das pessoas dos vagões. Foi na Central que comecei a encontrar problemas, ao longo dos quatro meses que documentei, lá foi onde realizei a maioria das fotos do projeto, comecei a ser reconhecido por alguns seguranças, devido a minha câmera que não era muito discreta, fugi algumas vezes, me fiz de desentendido em quase todas, afinal não havia avisos dentro do metrô indicando a proibição de fotografias, até por que vi diversas vezes, turistas fotografando na frente dos seguranças e…. Nada.

FOTO: Daniel Carvalho

FOTO: Daniel Carvalho

Já no fim do projeto, fui abordado por um dos seguranças de forma não muito agradável que estava à paisana, e o mesmo me pediu para acompanhar até a sala deles,  me deixou com o seu superior e foi embora. Fui questionado sobre as fotos e óbvio que não falei sobre o que fazia ali. Por sorte, o segurança estava prestes a deixar a empresa  e logo me aliviou ao falar que achava aquilo tudo uma grande palhaçada e que por ele eu podia fotografar o que eu quisesse.

Alguns dias depois, finalizei meu projeto no ano de 2012, após uns 4 meses de documentação. Apresentei-o como trabalho de conclusão de curso da Escola de Fotógrafos Populares na Maré e darei continuidade ao trabalho, só que dessa vez com uma câmera mais discreta, expandindo as ações também nos trens da supervia e ônibus superlotados, utilizando-se da fotografia e também do vídeo.

FOTO: Daniel Carvalho

FOTO: Daniel Carvalho

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Menina MãeGravidez na adolescência  na maioria das vezes é tratada de forma preconceituosa e estigmatizada. Essas mães, ditas mães na adolescência,  são intituladas pela sociedade de inconsequentes, desinformadas, imorais, o que não falta é “adjetivos”.

Esse trabalho fotográfico faz parte do trabalho de conclusão do curso da Escola de Fotógrafos Populares, no Observatório de Favelas.  Aqui pretendo retratar o cotidiano de duas meninas mulheres e sua jornada em busca do eterno aprendizado de ser mãe.

Carol, 19 anos, tem um filho de 1 ano e 10 meses, ela teve que parar os estudos para cuidar de seu filho, mas pretende voltar assim que ele completar a idade exigida para entrar na creche.
Estefani, 17 anos, tem um filho de 2 anos que passa a maior parte do tempo na creche, ela divide seu tempo entre as aulas de dança, academia, cursos e o nível médio, ela sonha em ser dançarina, ela sonha em dar uma vida melhor para seu filho…

Não há nada de imoral nessas meninas, não há nada de imoral em ser mãe. Tem idade para ser mãe?

Veja nessas meninas a beleza do amor…Amor de mãe.

Tem mais na nossa galeria, clique aqui:
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No Luz nunca é D+ de hoje, visitem a exposição da fotógrafa Elisângela Leite, com o trabalho sobre os Pescadores, e curadoria de Joana Mazza.

Elisângela é fotógrafa da agência Imagens do Povo e do jornal Maré de notícias. Há um bom tempo Elis desenvolve uma documentação sobre esses pescadores oriundos de espaços populares como forma de trabalho autosustentável, dando o recorte em seus sonhos, anseios, tristezas, sao homens e mulheres em busca de um olhar singular entre a fotógrafa e o fotografado

A expo está no Instituto Kreatori, aberta a visitação de terça a sabádo, 14hs as 18:30hs (sem previsão de término)
O Instituto Kreatori se localiza, na Rua Alice, 209, Laranjeiras

Mais informações:
institutokreatori.com.br e institutokreatori@gmail.com

Foto: Elisângela LeiteNao deixem de dar um confere lá

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No Luz Nunca é D+ e Hoje, visitem a exposição “No ritmo Pinhole” na Galeria 535, no Observatório de Favelas – Rua teixeira Ribeiro, 535 – Maré ( ponto de referência – passarela 9 da Av. Brasil).

Fotografia feita com lata de alumínio

“No ritmo pinhole”. A mostra é composta por imagens produzidas pelos alunos das Oficinas de Fotografia Artesanal, realizadas pelo Imagens do Povo e Observatório de Favelas, através do apoio do projeto Criança Esperança. São autorretratos, retratos, paisagens, documentações do cotidiano do lugar onde elas vivem: o Conjunto de Favelas da Maré, na Zona Norte do Rio de Janeiro, sempre direcionando o olhar para o reconhecimento de valores e belezas da própria realidade, combinando a sutileza pueril dos alunos à ludicidade da técnica pinhole. As imagens que participam da mostra foram produzidas por câmeras artesanais, feitas de materiais reaproveitados, confeccionadas pelas próprias crianças. Ao todo são 48 imagens

Texto: Alexandre Silva/Imagens do Povo.

:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::O Luz nunca é d+ de hoje apresenta: “Exilados na Fome” – do fotógrafo Arnaldo Carvalho

Arnaldo Carvalho percorreu nove estados do Nordeste e mostrou cenas marcantes e desoladoras. Junto com a repórter Ciara Carvalho e o motorista Reginaldo Araújo rodaram quase 10 mil quilômetros, em 15 dias em busca de pessoas “invisiveis” aos olhos da sociedade.

“É incrível como em pleno sec. XXI pessoas ainda morram de fome. É um soco no estômago atrás do outro.” palavras de Arnaldo Carvalho.

O repórter fotográfico Arnaldo Carvalho,teve seu trabalho publicado no Jornal do Commercio, do Recife, foi o vencedor do Prêmio Esso de Fotografia 2009. O Prêmio Esso de Jornalismo foi para a mesma publicação, concedido aos jornalistas Fabiana Moraes e Schneider Carpeggiani com o trabalho “Os Sertões”.

FOTO: Arnaldo Carvalho

Confiram a galeria de imagens de Arnaldo Carvalho

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Tadeu Vilani ficou em primeiro lugar na categoria Fotografia com o ensaio TV P&B, um olhar diferente sobre a transferência de moradores da Vila Dique, em Porto Alegre

O fotográfo de Zero Hora Tadeu Vilani foi reconhecido, mais uma vez, pelo ensaio realizado durante a retirada dos moradores da Vila Dique, favela próxima ao aeroporto Salgado Filho na Capital gaúcha. Nesta quarta-feira (30), a Fundação Conrado Wessel anunciou a classificação, em primeiro lugar, na categoria Fotografia para sua reportagem fotográfica TV P&B, composta por 15 imagens.

O trabalho em preto e branca expõe a interação dos moradores com restos de molduras de televisores velhos. A série também foi vencedora Prix Photo Web 2010, da Aliança Francesa do Brasil e da Câmara de Comércio França-Brasil, em novembro do ano passado.

O fotógrafo foi escolhido entre 15 finalistas de um universo de 207 profissionais inscritos no concurso, que abordou a temática “O Brasil e os Brasileiros”. Cerca de 100 fotos dos ensaios dos finalistas serão publicadas no livro da Fundação Conrado Wessel e expostas na noite da premiação, no dia 13 de junho, na Sala São Paulo, na Capital paulista.

Sobre a Fundação Conrado Wessel

A Fundação Conrado Wessel foi criada em 20 de maio de 1994, pelo empresário e pesquisador Ubaldo Conrado Augusto Wessel. Em testamento, ele destinou parte dos seus bens para o trabalho de valorização e incentivo à ciência, à cultura e às artes.

Além de ajudar entidades assistências, a FCW distribui anualmente cerca de R$ 2 milhões em prêmios, em parcerias como Fapesp, Capes, CNPq. SBPC, Academia Brasileira de Ciências, Academia Brasileira de Letras e Conselho Nacional de Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa.

Vejam mais no site do fotógrafo


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Nao se esqueçam que a exposição em Nossas Mãos, do fotógrafo Fábio Caffé continua a Galeria 535 no Observatório de Favelas. Rua Teixeira Ribeiro, 535, Nova Maré ou Nova Holanda. Compartilhem e compareçam!

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Vamos Lá!

O Favela em Foco gostaria de convidar a todos para uma projeção de carnaval no morro do Timbau.

O evento será promovido por integrantes do Favela em Foco e Imagens do Povo, a projeção Folia de Imagens mostrará diversas fotos feitas durante o alguns anos do carnaval no Rio de Janeiro  .

Algumas atrações já estão confirmadas como:

As Bandas Veneto e Café Frio

Além da partcipação da Bateria do Bloco se Benze que dá.

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Conheçam agora um pouco do trabalho da fotógrafa Monara Barreto

A fotógrafa Monara Barreto com seu tema QUEM FAZ ARTE? nos mostra a realização da documentação audiovisual que realizou no fim do ano de 2009 pela agência escola Imagens do Povo.

A fotógrafa buscou documentar dois personagens envolvidos com arte, são eles: O poeta da Serra da Misericórdia LUIZ EUZ e o grafiteiro do bairro de Olaria, ELVIZ ALMEIDA.

Ela quiz mostrar com sua poesia imagética que apesar das diferenças entre as artes, os dois tem em comum o uso das mãos para a criação, além de levantar o questionamento de o que é arte e quem faz arte?

vejam o vídeo aqui óóó


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Lambe Sujos e Caboclinhos, as fotografias de Alejandro Zambrana

O fotógrafo Alejandro Zambrana com seu tema Lambe Sujo e Caboclinhos, mostra sua documentação fotográfica que ele vem realizando há cerca de dez anos sobre o tradicional festejo popular sergipano, que encena anualmente, no segundo final de semana do mês de outubro, a batalha entre negros e índios pela conquista das terras da região do Vale do Continguiba.

A aproximação do fotógrafo com os rituais que permeiam a batalha entre lambe sujos e caboclinhos ocorreu há dez anos, quando ele acompanhou um grupo amigos à cidade de Laranjeiras para conhecer o festejo. Deste primeiro encontro até hoje, o olhar de Zambrana se debruçou sobre os  bastidores da produção da festa, os personagens, os detalhes das vestimentas e adereços dos brincantes, a movimentação dos visitantes, o desdobramento dos cortejos, a força da batalha final e as transformações que ocorreram na encenação ao longo da última década.

O resultado do trabalho mostra a força de uma festa popular com mais de um centenário de realização e a paixão de uma cidade por um de seus mais simbólicos patrimônios culturais, expressos na dedicação de mestres, na alegria dos grupos participantes e na criatividade, que é uma das características principais do festejo. A vitalidade da encenação ganha ainda mais força por meio da escolha estética do fotógrafo, que desenvolveu todo o trabalho usando tipos de filmes positivos (slides) que reforçam a saturação das cores do festejo.

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A exposição deve ganhar uma nova versão em Aracaju ainda no primeiro semestre de 2011, mas o trabalho de Zambrana sobre o festejo já vem circulando pelo país. Um panorama do trabalho foi apresentado na Semana Cultural de Santa Teresa, no Rio de Janeiro, e uma mostra foi exibida em 2009 no Festival de Fotografia de Juiz de Fora, em Minas Gerais. Um recorte da produção fotográfica ganhou uma galeria própria na edição virtual da Revista Raiz (http://revistaraiz.uol.com.br/portal/index.php?option=com_content&task=view&id=718&Itemid=181) e a edição de dezembro de 2010 da revista Continente, publicação nacional da Companhia Editora de Pernambuco, contou com uma matéria de oito páginas sobre a tradição do embate em Laranjeiras, trazendo imagens do fotógrafo sergipano.

Sobre o Fotógrafo

Alejandro Zambrana é fotógrafo profissional desde 2007, trabalha atualmente na Prefeitura Municipal de Aracaju e no Governo do Estado. Formado em Rádio e TV pela Universidade de Pernambuco, desenvolveu experiência fotográfica ao estagiar no Diário de Pernambuco. Apesar de pouco tempo como profissional, possui significativa vivência na fotografia, com  passagem por jornais, assessorias e campanha eleitoral. Também desenvolve trabalhos autorais, que já foram expostos no Rio de Janeiro, Juiz de Fora e Aracaju.

Nos últimos quatro anos vem alternando trabalhos de reportagem e assessoria fotográfica com a  documentação que vem desenvolvendo sobre o circuito das romarias do Juazeiro do Norte e o acompanhamento dos festejos dos Lambe Sujos. Em 2011, o fotógrafo inicia um novo projeto de documentação das Taieiras de Laranjeiras, que foi recentemente aprovado pelo edital 2010/2011 do Banco do Nordeste do Brasil.

Alejandro Zambrana também é um dos integrantes do Trotamundos Coletivo. Pesquisa o uso da cor no discurso fotográfico, em especial por meio do uso de filmes positivos (slides). A maior parte de seu trabalho de documentação é desenvolvida em filme, embora a fotografia digital também apareça como suporte de seus trabalhos e no cotidiano de repórter fotográfico. Recentemente, vem se dedicando ao estudo da fotografia em ambiente multimídia e às possibilidades de convergência para a elaboração de narrativas visuais.

Contatos:

Alejandro Zambrana – azambrana78@yahoo.com.br | Fone: (79) 9964-1890

www.trotamundoscoletivo.com | www.flickr.com/photos/alejandrozambrana

Vejam mais fotos aqui

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A partir do próximo dia 28/01 (sexta-feira), a Galeria 535, no Observatório de Favelas do Rio de Janeiro, inaugura a exposição Tomoma!, da fotógrafa carioca Daniela Dacorso.

A mostra é composta por mais de 20 imagens produzidas durante 10 anos (1998 a 2008), em que Dani registrou a cena funk no Rio de Janeiro, acompanhando diversos bailes da cidade e da Baixada Fluminense.

As festas no Chapéu Mangueira, na época da “dança da bundinha”, Tati Quebra Barraco no início de carreira com o MC Mr. Catra, Gorila e Preto, os bailes da Vila Mimosa e a montagem dos “soundsystems” são alguns dos flagrantes da exposição.

Totoma! já foi exibida na Bienal de Fotografia de Nice e no Maison Folie de Moulins, em Lillie, ambas na França, em 2005. As imagens também participaram da coletiva “Estética da Periferia”, no Centro Cultural dos Correios. Também citado no livro “Fotografia no Brasil – um olhar das origens ao contemporâneo”, de Angela Magalhães e Nadja Peregrino (Funarte), este trabalho de Daniela Dacorso foi publicado em “Street World / Urban Art and Culture from 5 Continents” (Abrams/New York) e faz parte da Coleção de Fotografia Joaquim Paiva, que adquiriu oito obras. Suas imagens de bailes funk também foram publicadas nas revistas: “Dazzed and Confused”, “Blender” (Estados Unidos) e NME e jornais: “The Guardian” (Inglaterra), “La Vanguardia” (Espanha), entre outros.

Sobre a fotógrafa

Formada em Comunicação  com Pós-Graduação em  Fotografia como  Instrumento de Pesquisa em Ciencias Sociais , Daniela Dacorso  trabalha  atualmente como fotógrafa  para  a revista Istoé e desenvolve projetos pessoais em fotografia. Corpo, religiosidade e cultura urbana são temas recorrentes  em seu trabalho.

Serviço

Exposição Totoma!

Fotógrafa Daniela Dacorso.

Local: Galeria 535 – Observatório de Favelas do Rio de Janeiro

Endereço: Rua Teixeira Ribeiro, 535, Maré – RJ.

Horário: A partir do dia 29/01

Segunda a sexta, de 9 às 18h

Entrada Franca

Texto Crítico

A linguagem é uma pele: esfrego minha linguagem no outro. Roland Barthes

O que acontece nos bailes funk da zona norte e sul é também de ordem catártica. Fotografar baile funk não é para qualquer um. No centro da pista, na batida do pancadão, uma espiral de corpos é desenhada, serpenteando o espaço. A gravidade funk age e tudo converge, sugando todos para o vórtice, e gerando uma onda de energia indizível. Nessa situação, a fotógrafa tem que estar preparada para o inesperado, e munida de visão panóptica, porque a chapa quente é periférica. Em leitura possível, imagens transitivas são aquelas que operam um deslocamento da cognição visual para o domínio de outros sentidos. Com efeito, as imagens de Dani Dacorso são sonoplásticas, olfativas. Se as olharmos atentamente, podemos ouvir a intensidade do som e sentir o cheiro de suor, henê e sexo. A fotógrafa visa um eixo subjetivo de seleção e combinação, escolhendo os sinais e indiciando o processo de revelar, em imagens-metonímias, o todo pela parte. Fotografias são fragmentos, relances. Acumulamos relances. Conhecer é antes de tudo reconhecer.  O que está claramente em jogo nesse acúmulo de fragmentos funk é o registro de um êxtase enunciado, pela fala do corpo, em uma de suas pulsões cardinais,  a dança.

Dacorso tem fotografado o funk carioca por quase dez anos. Se a linguagem organiza os signos, o significante do trabalho de Dani é apontar uma imagem acústica de leitura plural. Definir essas fotografias de documentais e preto e branco é apenas dizer algo sobre sua sintaxe, mas não sobre sua semântica de sentido variado. Contudo, há todo um ritual de atitude instável apresentado pela meninada nos bailes funk. Conflitos à parte, a catarse da dança e do cantar junto, dominam o ambiente. Uma alegria instantânea, como reação à adversidade. O conteúdo manifesto dessas fotos reside primordialmente na tensão instaurada na pista, pela alteridade dos corpos em ação dançante. Nesse sentido, corpo e visão se fundem criando fissuras, por onde podemos olhar e imaginar realidades das quais não temos necessariamente uma experiência direta. Toma-totoma-toma  repete o refrão na batida do tamborzão, enquanto a lente embaçada da fotógrafa observa a massa que pulsa no espaço. Dani executa nessa mostra, um projeto de notação visual, separando precisamente o essencial do acessório, e indagando em fotos-vislumbres, que fenômeno funk é esse?

Marcos Bonisson

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Agora, conheçam o trabalho de Edmilson de Lima, fotógrafo popular da agência Imagens do Povo da maré. O ensaio fotográfico batizado de a água e o que nela incide nos mostra reflexos de casas nas águas poluídas do valão da Rua Darcy Vargas.

Video: A água e que nela Incide: 

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Conheçam o trabalho da fotógrafa pernambucana Priscila Buhr que no próximo dia 3 de dezembro, no MAMAM do Pátio, em Recife a exposição Autodesconstrução, que traz 14 retratos pessoais de um trabalho que veio sendo realizado ao longo do último com técnica de light paiting.

Além do AUTORRETRATO

Fotógrafa pernambucana Priscilla Buhr inaugura

exposição “AutoDesconstrução”, selecionada na Convocatória para ocupação de pauta

de exposição 2010 do MAMAM no Pátio

AutoDesconstrução

Num toque

Numa insistência de si

Num vazio completo de silêncio

O meu silêncio

A minha luz

Num quarto escuro

Escuro de mim, em mim.

Priscilla Buhr

Para se ter uma fotografia sua, é preciso se conhecer – seus medos, sonhos e desejos.

A partir desta idéia, repassada em uma oficina ministrada pelo renomado fotógrafo Cláudio Feijó, a fotógrafa pernambucana Priscilla Buhr, 25 anos, desenvolveu o seu mais recente projeto pessoal, que agora se transforma em exposição:

“Autodescontrução” entra em cartaz a partir de 03 de dezembro no Mamam no Pátio, equipamento cultural da Prefeitura do Recife, localizado no Pátio de São Pedro, no centro do Recife.

14 auto-retratos em preto e branco compõem a mostra, que teve como meta principal não só o autoconhecimento, mas a transposição disto em imagens. “O desafio era realmente me conhecer usando o recurso da fotografia, apesar de eu não gostar até hoje de aparecer em fotos. O trabalho é bastante íntimo, mas o resultado foi além do auto-retrato. Posso dizer que não me reconheço nas imagens, é uma desconstrução do que eu sou uma projeção de mim”,

explica a fotógrafa.

Usando a técnica de light painting (desenho com luz), Priscilla fez todas as fotos em seu quarto totalmente escuro, iluminado apenas por uma lanterna, com ajuda apenas do tripé. Divididas em pequenos blocos, as fotografias mostram partes do corpo da fotógrafa, como boca, pernas, mãos. Uma das inspirações veio do trabalho do fotógrafo esloveno deficiente visual Evgen Bavcar, que usa em suas imagens contrastes entre a luz e a escuridão.

“Sempre admirei a fotografia que brinca com a luz e sombra, o que Bavcar faz muito bem e numa sensibilidade incrível, já que é cego”. Foi em um estudo de sombras que nasceu toda a exposição: a foto em que a mão de Priscilla aparece refletida com seis dedos. “Desta imagem, comecei a fazer experimentos com luz, que deu origem a mostra”.

E esse processo foi tão importante que a fotógrafa resolveu também expor no Mamam,

em uma mesa no centro da galeria, as “tentativas” feitas para a composição dos 14 clicks selecionados. “Não as considero erros”. Essas imagens fazem parte de todo o experimento.

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JR Ripper lança livro e exposição Retrato Escravo em Brasília

As péssimas condições de trabalho, análogas às de escravo, a solidão das crianças que ficam sem os pais que vão para longe em busca de emprego, e o momento do resgate desses trabalhadores.

Esse ciclo da escravidão contemporânea no Brasil é mostrado no livro Retrato Escravo, que será lançado dia 9 de setembro, às 19h30, no prédio do Tribunal Superior do Trabalho (TST), em Brasília. Com fotos de João Roberto Ripper e Sérgio Carvalho, o lançamento será acompanhado da abertura da exposição fotográfica dos dois profissionais sobre o tema.

A mostra poderá ser visitada até o dia 15 de outubro no TST, e depois vai percorrer outros prédios da capital, como o Ministério do Trabalho, seguindo então para outras cidades.

JR Ripper, idealizador e fundador do programa Agência-Escola Imagens do Povo, há mais de 35 anos fotografa o Brasil atentando para os problemas sociais do país e combatendo a favor dos direitos humanos e da liberdade de expressão.

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